Relíquias. As do dia-a-dia. Sentidos. Os pulsantes. Luzes. Os excessos das sombras. É quase sempre de verdade, quase nunca por inteiro e, com sorte, com alguma sujeira final pra polir... Intentos. Os desde criança. Açúcares. Os que amarguem no final. Topos. Os de cume desconfortável. Vergonhas cantadas em coretos centrais, pintadas de nu pra parecer espontâneo. Colaborações. As de gosto, por favor!

domingo, junho 04, 2006

Um paradoxo de pijama


E de repente a resposta bate no seu portão, e é trazida pela mão de sua mãe até os seus braços...

vai saber onde vou parar...
Se é que eu tenho que parar um dia...

2 comentários:

Danilo Sanches disse...

Dont´stop!
That´s the exciting part....

Não agradeça às mão s de sua mãe, mas às suas. A escultura novamente bela, da poesia. Essa coisa de entalhe, encalhe...
Não são decisões, nem escolhas, nem processos, é um nada que se move na direção da luz, do não sufoco.
Do não inexistir (iluminar.)

Beatriz Galvão disse...

Pare nunca Mandytta!!!
Pare não!